O Spaces do Twitter é um ótimo exemplo do movimento que empresas de tecnologia fizeram para surfar na onda do Clubhouse, que acabou perdendo um pouco de seu hype, muito por conta da chegada tardia ao sistema Android.

O grande diferencial do Amp da Amazon é que os usuários podem ser os DJs, e, como em uma programa de rádio tradicional, colocar músicas licenciadas no Amazon Music para tocar em seus programas. E, sem sombra de dúvidas, esse recurso destaca o aplicativo no meio de outros de bate-papo ao vivo, que consistem apenas em conversas, debates ou algo na linha de um podcast.

No Amp também será possível ter os bate-papos tradicionais desse tipo de aplicativo, mas com possibilidade de tocar uma playlist do gosto do usuário.

O portal The Verge já havia informado sobre os planos da Amazon de entrar nesse mercado, mas na época ainda não se sabia ao certo qual seria a estrutura do app que então era chamado de Project Mic.

O aplicativo permite que os usuários agendem seus programas, controlem os ouvintes que podem ou não falar durante o programa, recebam ligações como em uma rádio tradicional e toquem músicas sem precisar pagar direitos autorais para as gravadoras.

Os apps de bate-papo se tornaram uma febre após o repentino sucesso do Clubhouse, e desde então surgiram o Spaces do Twitter, o Live Audio Rooms do Facebook/Meta Platforms, o Greenroom do serviço de streaming de música Spotify –mas que não possibilita que usuários reproduzam músicas durante as salas de bate-papo.

Para acessar o Amp os usuário precisarão apenas criar uma conta no aplicativo ou se já possuírem conta em algum outro aplicativo ou site do ecossistema da Amazon, utilizar as credenciais de acesso para entrar e aproveitar ao máximo todos os recursos do app.

Fonte: GIZMODO