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Nutella no Espaço? O “merchan” não planejado que viralizou na contagem regressiva para a Artemis II

Pote de Nutella flutuando em gravidade zero dentro de nave espacial.

Um pote de Nutella em gravidade zero virou caso de estudo em comunicação. Sem planejamento, o episódio prova: o que conecta realmente é o humano, não o comercial.

Nos últimos dias, um detalhe curioso chamou mais atenção do que qualquer tecnologia de ponta nos bastidores da missão Artemis II: um simples pote de Nutella flutuando em gravidade zero.

Se você ainda imagina que a alimentação dos astronautas se resume a tubos e alimentos desidratados, a rotina dentro da nave Orion mostra outra realidade. Mesmo a milhares de quilômetros da Terra, o ser humano continua buscando pequenos prazeres — e, principalmente, referências de “casa”.


Nutella no espaço: marketing orgânico ou acaso?

Durante testes de transmissão da NASA, a astronauta Christina Koch apresentava a organização da nave quando o “intruso” apareceu: um pote de Nutella atravessando a cabine, em plena gravidade zero.

Sem roteiro. Sem intenção. E com um impacto enorme.

A NASA reforçou que não há qualquer parceria comercial envolvida. Ainda assim, o episódio virou um exemplo clássico: um “merchan” espontâneo que gera mais engajamento do que campanhas planejadas.


O que isso ensina sobre comunicação?

Aqui, esse tipo de situação vira estudo.

A “Nutella no Espaço" mostra algo essencial: o que conecta não é o que é planejado — é o que é real.

Em um cenário saturado de anúncios, o público responde ao inesperado, ao humano e ao verdadeiro.

Além disso, o episódio revela um ponto importante: mesmo em ambientes altamente tecnológicos, o fator humano continua sendo o que mais engaja.

E é isso que diferencia quem apenas comunica de quem realmente se conecta.


Rumo à Lua

A missão Artemis II marcará o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos.

Se eles vão levar mais doces na bagagem? Provavelmente.

Mas, para quem trabalha com comunicação, fica a lição: as melhores histórias não são criadas — elas acontecem.

E você: o que levaria para comer em uma viagem ao redor da Lua?

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