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Voltar pro blogCultura, mídia e sociedade

Vamos homenagear as pioneiras que abriram caminho para as mulheres no jornalismo brasileiro.

Máquina de escrever vintage e documentos históricos de jornalismo antigo

As primeiras jornalistas brasileiras enfrentaram um universo dominado por homens e deixaram legado de resistência. Hoje, apesar dos avanços, mulheres ainda lutam pela igualdade na profissão.

Essas mulheres enfrentaram diversos desafios e obstáculos em uma época em que a profissão era dominada por homens.

Sua luta e seus esforços ajudaram a mudar o cenário do jornalismo e a construir um futuro mais justo e igualitário para todas as mulheres.

As primeiras incursões femininas no jornalismo brasileiro datam do século XIX.

  • Maria Josefa Barreto Pereira Pinto:
    Reconhecida como a primeira jornalista brasileira, publicou o jornal "Belona Irada Contra os Sectários de Momo" em 1833, criticando as ideias liberais.

  • Narcisa Amália de Campos:
    Pioneira do jornalismo profissional no Brasil, fundou o jornal "Gazetinha" em 1884, defendendo os direitos das mulheres e o fim da escravidão.

  • Eugênia Brandão:
    Considerada a primeira mulher repórter do país, iniciou sua carreira aos 16 anos nos jornais "A Rua" e "Última Hora". Rompia com as normas de gênero ao usar roupas masculinas e participar da vida boêmia do Rio de Janeiro.

Avanços e desafios:

Embora a representatividade feminina no jornalismo tenha crescido significativamente, ainda há um longo caminho a ser percorrido para alcançar a igualdade de gênero na área. As mulheres ainda enfrentam disparidades salariais, sub-representação em cargos de liderança e desafios relacionados ao sexismo e à discriminação.

As lutas e conquistas dessas mulheres abriram caminho para as profissionais que hoje ocupam seu lugar na mídia, construindo um futuro mais justo e igualitário para todas.

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